Pelo fim do genocídio do Estado de Israel contra o povo Palestino!
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Pelo fim do genocídio do Estado de Israel contra o povo Palestino
Texto escrito coletivamente entre indivíduos, organizações, movimentos sociais e espaços autônomos para panfleto a ser distribuído em Belo Horizonte:
Na última semana o Estado de Israel deu início a mais uma ofensiva militar contra o povo palestino, deixando até o momento 200 mortos e mais de 1500 feridos. O conflito que se instaura em Gaza e em outras regiões por onde se distribui o povo palestino, há mais de 50 anos, não é uma guerra. Israel é um Estado e possui um dos exércitos mais poderosos. A superioridade militar e política de Israel é inquestionável e se traduz no número de vítimas. O povo palestino é privado de sua terra e de seus direitos desde o início da ofensiva israelense, assassina e expansionista. Trata-se de um massacre, um genocídio.
terça-feira, 15 de julho de 2014
[CAB] Prisões e mais criminalização marcam o final da Copa do Mundo no Brasil
Desde
seu início, a Copa do Mundo foi desastrosa para os setores oprimidos do
país. Sua elaboração já indicava a forte censura que sofreriam todos
aqueles e aquelas que estão no caminho contrário de suas ações. A Copa,
com suas leis e regimentos colocou em situação de risco os precários
direitos dos povos do Brasil. A lista de situações de opressões é
gigantesca e o desfecho de sua estadia aqui, deixa um “legado
assombroso” em termos de criminalização e perseguição política que
demonstra a verdadeira face do Estado e do capital.
Sabemos
que as críticas que foram feitas a este megaevento surgem com as
insatisfações da população em geral e certamente estas insatisfações
encontram abrigo maior no seio dos mais oprimidos. A violência contra a
pobreza, que já era prática constante dos governos e suas polícias se
intensifica neste período e as comunidades padecem nas mãos de uma
aparato repressivo e assassino, a população de rua se torna muito mais
vulnerável à agressões daqueles que “defendem a ordem”, os ambulantes,
os trabalhadores informais são atacados e roubados pela “fiscalização
Estatal” para que não possam macular as grandes patrocinadoras e as
grandes marcas, as 250 mil famílias que perderam suas casas por contras
das obras da Copa também estão sofrendo fortes consequências por parte
desta política desenvolvimentista.
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